Construído em Angola.
Para comerciantes em qualquer lado.
Em Angola existem vários mercados. Em cada banca há um comerciante a fechar contas com um caderno, a cobrar sem certeza absoluta e a perder vendas quando a rede cai. Foi a ver isto, dia após dia, que construímos o LUVU.
O nome veio do posto fronteiriço do Luvu, na Província do Zaire onde se vende em duas moedas, se muda de rede ao atravessar a fronteira e se opera sem qualquer sistema. Pensámos: se o LUVU resolve aquele cenário, resolve qualquer um.
Por isso construímos o LUVU para todos os comerciantes, do Asa Branca ao São Paulo, de Cabinda ao Cunene, dos quitandeiros aos retalhistas de Talatona. E depois, para os mercados de Lagos, Jacarta, Casablanca, Dar es Salaam ou qualquer lugar onde haja comércio, redes disponíveis ou não e moedas múltiplas.
A nossa missão
Dar a qualquer comerciante, seja o quitandeiro no Mercado dos Kwanzas, o retalhista em Talatona ou o gestor de loja em Cabinda, o mesmo controlo sobre o seu negócio que as grandes cadeias têm. Um gestor de loja no bolso, disponível 24 horas, que nunca se cansa e nunca perde uma venda.
O que nos torna diferentes
- →Construído em Angola, onde a rede falha, as moedas dançam e os clientes pagam de cinco formas diferentes.
- →Offline primeiro, porque a internet ainda não chega a todos os bairros nem a todos os países.
- →Disponível em Português, English e Français. Lingala e algumas línguas regionais em finalização.
- →Assistente IA que fala e responde na tua língua.